Dólar cai na abertura com Ormuz em foco e bolsas da Ásia em alta
O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (21) em queda, recuando 0,14% por volta das 9h, cotado a R$ 5,0829, enquanto investidores acompanham os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. As negociações do Ibovespa, principal índice da B3, começam às 10h.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair.
A intensificação das tensões na região segue pressionando os preços do petróleo no mercado internacional. Embora mediadores tenham pedido um cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã para viabilizar negociações, os ataques continuam. Na véspera, os EUA lançaram uma nova ofensiva, e explosões foram ouvidas em Bandar Abbas, próxima ao Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo.
Segundo o Comando Central americano, a ofensiva "visa degradar ainda mais as capacidades militares iranianas usadas para atacar a navegação comercial no Estreito de Ormuz". Durante o fim de semana, pelo menos quatro militares americanos morreram em ataques atribuídos ao Irã. Na segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, renovou a promessa de retaliação pela morte dos militares.
Na Europa, o pregão era positivo, com os principais índices em alta. Investidores avaliavam o novo ministro das Finanças do Reino Unido e seguiam atentos aos desdobramentos do conflito envolvendo o Irã. O DAX, da Alemanha, subia 0,15%; o CAC-40, da França, avançava 0,10%; e o FTSE 100, do Reino Unido, tinha alta de 0,15%. O Ibex 35, da Espanha, registrava ganhos de 0,73%.
Na Ásia, ações de tecnologia chinesas subiram e impulsionaram os principais índices de referência, com papéis de semicondutores recuperando perdas da véspera. O CSI 300, que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 3,06%, enquanto o índice composto de Xangai (SSEC) teve alta de 1,79%. Entre as demais bolsas da região, o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,04%; o Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 3,56%; e o Nikkei, do Japão, subiu 3,26%.
Com informações da agência de notícias Reuters. Foto: bearfotos/Freepik.
Fonte: G1 Globo
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